Como a CULTURA HIP-HOP pode ser utilizada na formação de jovens e adolescentes.



A minha história com o movimento Hip-hop se confunde com a minha vida em diversos momentos. Escuto Rap desde sempre, o primeiro grupo que ouvi foi o Detentos do Rap.

Quando ingressei na IDES como estagiário de Serviço Social, percebi que o Rap poderia ser uma ótima ferramenta de trabalho, tal como: a realização de debates, fazendo vários questionamentos sobre as situações levantadas ou, mesmo, as que fazem parte do cotidiano dos adolescentes atendidos pelo Núcleo de Formação e Trabalho – NUFT. Isso possibilitava que os adolescentes falassem de assuntos pertinentes à sua fase de vida de uma forma atraente.

A partir deste ponto, levei a ideia para minha supervisora de campo, que abraçou-a e fomos em frente. Então, escrevi o projeto de intervenção intitulado A CULTURA HIP-HOP: e a relação de conflitos na fase de adolescência, com foco na abordagem dos temas: sexualidade, gênero, racismo, drogas, política e estruturação social.

Nesta fase da vida, na qual ocorrem grandes descobertas e transformações, é de suma importância que os adolescentes tenham oportunidades para discussões e partilha de suas dúvidas, angústias e anseios, bem como recebam orientações para perceberem esta passagem para a vida adulta, sem deixar de viver a adolescência.